Sabe...hoje ainda é segunda-feira e eu já estou cansada como se fosse sexta. #comofaz?
A ideia de andar no Parque do Ibirapuera parecia boa, até medir o cansaço e a necessidade de estudar.
Eis que dormi e não me sinto descansada. Eis que tentei estudar, mas também não foi produtivo.
Tinha algo mais interessante [ok, talvez não interessante, mas tinha algo em mente] para escrever...mas para variar, esqueci! Era algo a ver com procura da felicidade, eu acho.
Tudo a ver com o que escrevo agora...hehe.
Bagunça. Sou eu por dentro e por fora. Mas eu me encontro.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A free spirit.
É assim que me sinto.
Como nunca senti.
Como nunca vivi minha vida, estou vivendo agora.
Deixo para trás águas passadas. Estas não irão mover moinhos.
Deixo para trás o que me fazia mal. Hoje agradeço, pois fortaleceu-me. Já não sou a mesma, isso é fato.
Reencontrei pessoas. Conheci novas.
O Encontro Nacional fez bem.
Pessoalmente e enquanto estudante. Militante do movimento estudantil.
Renova as energias. Faz pensar.
Faz lembrar que do que faz sentido. E faz todo o sentido. Renova a vontade de seguir em frente, até onde estiver ao meu alcance.
Vou viver da forma como me convém. Da forma como sou. Com e sem medos. Vale tudo para ser feliz.
É assim que me sinto.
Como nunca senti.
Como nunca vivi minha vida, estou vivendo agora.
Deixo para trás águas passadas. Estas não irão mover moinhos.
Deixo para trás o que me fazia mal. Hoje agradeço, pois fortaleceu-me. Já não sou a mesma, isso é fato.
Reencontrei pessoas. Conheci novas.
O Encontro Nacional fez bem.
Pessoalmente e enquanto estudante. Militante do movimento estudantil.
Renova as energias. Faz pensar.
Faz lembrar que do que faz sentido. E faz todo o sentido. Renova a vontade de seguir em frente, até onde estiver ao meu alcance.
Vou viver da forma como me convém. Da forma como sou. Com e sem medos. Vale tudo para ser feliz.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Podia fazer uma postagem comum sobre as férias...sobre como são curtas ou sobre como mal aproveitá-las.
Mas até que 3 semanas já está de bom tamanho. Acostuma-se. Foi-se o tempo do mês todo [e mais um pouco] de férias. Fica para as crianças que estão empinando pipa ou andando de bicicleta na rua até esta hora.
E não posso reclamar de falta do que fazer...há muito o que fazer e pouco para se ga$tar.
Hoje fui andar pela cidade. Precisava ir ao banco. E dar uma volta...olhar a cidade. A cidade em que vivi por...20 anos. "Vivi". Desde o ensino médio construo minha vida em São Paulo. Ok, pareceu muito tempo. 5 anos.
Andei...observei...pensei.
Sabe aquela sensação de não-pertencimento?
Olho as pessoas. Olho seus olhos. Suas roupas. Seus gestos. Seus acompanhantes.
Penso na minha realidade. Penso no meu mundinho na faculdade, em São Paulo.
Senti como uma visitante na cidade em que cresci. Era para ser normal?
Em casa tudo bem...estou em casa. Mas sair na rua e ver a evolução (ou regressão) do lugar...
Aí penso naquela palavra mágica..."vínculo".
Excluindo minha família, qual o meu vínculo com este lugar? O que me prende a esse lugar senão minha família?
. . .
Será que isso é bom?
Já não tenho muito contato com amigos de colégio. Estudei 8...10 anos com algumas pessoas. E hoje nem sei o que estão fazendo da vida. Pessoas vem e vão, eu sei. Mas como diria alguém, se não veio atrás ou eu não fui atrás...é porque não fazia questão.
Por outro lado...se eu quiser sair sem ter que ir até São Paulo, não conheço ninguém...nem onde ir.
A ideologia, a cultura, a filosofia, a sociologia...não são compatíveis.
Não que eu esteja insatisfeita. Mas a conclusão é que simplesmente não pertenço.
Mas até que 3 semanas já está de bom tamanho. Acostuma-se. Foi-se o tempo do mês todo [e mais um pouco] de férias. Fica para as crianças que estão empinando pipa ou andando de bicicleta na rua até esta hora.
E não posso reclamar de falta do que fazer...há muito o que fazer e pouco para se ga$tar.
Hoje fui andar pela cidade. Precisava ir ao banco. E dar uma volta...olhar a cidade. A cidade em que vivi por...20 anos. "Vivi". Desde o ensino médio construo minha vida em São Paulo. Ok, pareceu muito tempo. 5 anos.
Andei...observei...pensei.
Sabe aquela sensação de não-pertencimento?
Olho as pessoas. Olho seus olhos. Suas roupas. Seus gestos. Seus acompanhantes.
Penso na minha realidade. Penso no meu mundinho na faculdade, em São Paulo.
Senti como uma visitante na cidade em que cresci. Era para ser normal?
Em casa tudo bem...estou em casa. Mas sair na rua e ver a evolução (ou regressão) do lugar...
Aí penso naquela palavra mágica..."vínculo".
Excluindo minha família, qual o meu vínculo com este lugar? O que me prende a esse lugar senão minha família?
. . .
Será que isso é bom?
Já não tenho muito contato com amigos de colégio. Estudei 8...10 anos com algumas pessoas. E hoje nem sei o que estão fazendo da vida. Pessoas vem e vão, eu sei. Mas como diria alguém, se não veio atrás ou eu não fui atrás...é porque não fazia questão.
Por outro lado...se eu quiser sair sem ter que ir até São Paulo, não conheço ninguém...nem onde ir.
A ideologia, a cultura, a filosofia, a sociologia...não são compatíveis.
Não que eu esteja insatisfeita. Mas a conclusão é que simplesmente não pertenço.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
...reticências...
Porque eu não sei o que pensar...
Na verdade, não consigo concluir um pensamento...não consigo formular uma conclusão.
Dizer que o saldo é positivo seria mentira. Mas estou bem. Ou aparentemente bem. Porque faço bem isso...esconder no sorriso a lágrima do coração.
Queria não ter que admitir que para ficar melhor, não estou bem. Por que é tão difícil admitir que as pessoas tem forte efeito sobre mim?
Um muito obrigada à pessoa que tem paciência para me ouvir...e ouvir...e ouvir =)
Porque eu não sei o que pensar...
Na verdade, não consigo concluir um pensamento...não consigo formular uma conclusão.
Dizer que o saldo é positivo seria mentira. Mas estou bem. Ou aparentemente bem. Porque faço bem isso...esconder no sorriso a lágrima do coração.
Queria não ter que admitir que para ficar melhor, não estou bem. Por que é tão difícil admitir que as pessoas tem forte efeito sobre mim?
Um muito obrigada à pessoa que tem paciência para me ouvir...e ouvir...e ouvir =)
domingo, 26 de junho de 2011
Feeling way too damn good...
Boa é a sensação de história resolvida.
Bom mesmo é se ela de fato foi resolvida.
Queria não ter que voltar. "Queria" não. Quero. Águas passadas não movem moinhos.
E podem passar as águas que forem...que fique a amizade. Essa é a que importa.
Sem ter muito o que pensar...that's the way I like it.
Bom mesmo é se ela de fato foi resolvida.
Queria não ter que voltar. "Queria" não. Quero. Águas passadas não movem moinhos.
E podem passar as águas que forem...que fique a amizade. Essa é a que importa.
Sem ter muito o que pensar...that's the way I like it.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Viver a vida como ela deve ser vivida...com suas lágrimas de alegria, de tristeza, de raiva, de conquista, de dor, de orgulho.
Com arrependimentos...ou nenhum! Apenas ser/ter uma alma livre e fazer o que a vontade mandar.
-*-*-*-*-
Não que eu me orgulhe de certas coisas. Certas coisas são necessárias. Às vezes.
Sem pensar muito. Just let it be.
Com arrependimentos...ou nenhum! Apenas ser/ter uma alma livre e fazer o que a vontade mandar.
-*-*-*-*-
Não que eu me orgulhe de certas coisas. Certas coisas são necessárias. Às vezes.
Sem pensar muito. Just let it be.
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