sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

...e os melhores acontecimentos são aqueles que mais nos surpreendem.

 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Routine

De volta à rotina!
Difícil é acostumar de novo.

Engraçado é olhar o cronograma e ver o tanto de aulas só em fevereiro.
Mais engraçado ainda é pensar que em menos de 1 mês, lá estaremos nós, começando o estágio de Infectologia.
De roupa branca.
No hospital.

Voltar às aulas e, principalmente, por ser o 3º ano, a pergunta que não cala: "Tá preparad@?"
Quantas vezes ouvi essa semana pessoas ao meu lado dizerem que estão com medo, que estão se desesperando por antecipação, que não estão preparadas, que estão ansiosas? Foi só o que ouvi.

Parto do princípio de que às vezes sou calma demais. Ou confio demais que, por pior que seja, estou ali para aprender. E que terei apoio mais que suficiente.
Ou a minha ficha não caiu mesmo
Aposto na primeira opção.
Ficar ansiosa, desesperar-me ou coisa assim, não vai ajudar. Not at all. Nada sai certo quando isso acontece.

De verdade? É esperar para ver. Não tenho expectativas. Procuro não criá-las.
Cuz I'll do my best anyway...

domingo, 30 de janeiro de 2011

A estranha vontade de escrever.
E, não...não tenho um assunto.

Quero apenas divagar sobre qualquer coisa, mas sem pensar demais.
Quero não ser específica, quero não aprofundar, quero deixar do jeito que está...
Quero não chegar a conclusão nenhuma...só viver!

Acordo espontaneamente, porque não tem mais o que dormir...coloco alguma música para tocar e fico olhando os raios de sol tentarem entrar pelas frestas da janela...
Isso é o que faço de melhor, ultimamente. Disfarça o que não quero sentir...(ou o suaviza que sinto de verdade?).

Certas coisas já cansei de tentar entender...e não será dessa vez que serei persistente. Deixa como está.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Nada não...

Seria estranho eu escrever sobre a vontade de conversar sozinha?
Ok...é basicamente o que eu faço no blog...mas alguém já teve vontade de conversar consigo mesmo em voz alta? 

Coisa de louco, muitos dizem. 
Normal para outros.
Quem sou eu para julgar? Cada um faz o que quer e expressa o que quiser. 


Mas quem sou eu para falar o que eu quero e não ser julgada ou discriminada? 
Nasci e cresci em uma sociedade em que a mulher é nascida para casar com um homem, ter filhos, educá-los e cuidar de todos até o último minuto.
Arrisco-me em dizer que hoje posso ter filhos sem ter um marido, e tudo o que recebo é um olhar de censura. E, se de fato isso ocorrer...não é só a minha imagem que se degrada, mas a da família. Dizer que não sei se um dia terei filhos, então, é um absurdo. Porque é contra o curso natural da vida. 


Acho que é por isso que muitas coisas já nem manifesto. E dane-se se acharem que estou me distanciando da minha família. Se nossos ideais já não coincidem, que posso eu fazer?


Até certo ponto, guardar e esconder incomodava...quase doía. Cheguei ao ponto em que já não ligo. Tanto faz. A indiferença me consumiu e é tão indiferente que eu nem me incomodo. 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sbubbles!

Acho que não tenho palavras para expressar o quanto gosto e me orgulho das pessoas ao meu redor nessa foto.
Muito menos para expressar o quanto elas significam para mim. 
Porque, sim, eu quase chorei quando vi os comentários da postagem anterior. 

Vivendo. Aprendendo. E eu tenho a sorte de ter alguém para me dizer: "Não vai ser fácil...mas eu sei que você consegue."

And that's all I need.


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ficha que cai...

Ou não. 

As pessoas perguntam se estamos preparados para o 3º ano da faculdade. Preparados, nunca estamos. E essa é a graça de viver. 

Por um breve momento a ideia de estar no 3º ano me invadiu e me assustou. Porque, querendo ou não, ouvimos histórias, presenciamos e convivemos com aqueles que tem histórias para contar, matéria para estudar e  vida para compatilhar. 

"Qual foi o pior ano da faculdade?"
"O terceiro."
E de repente as entranhas dão aquela revirada. 

Nenhum ano é igual ao outro. Neste eu tive sorte. Tive amigas que me apoiaram mais do que qualquer outra pessoa. E algo me diz que precisarei delas um bocado ainda. 

E só da ideia ter percorrido minha mente, ter sempre alguém para me dizer "eu acredito em você" conforta, traz a confiança e a força para começar a caminhar. 
Muito obrigada a quem me disse isso ontem. O significado que essas palavras tiveram, não consigo nem descrever. 

Desesperar-me para quê? Tudo tem seu tempo.





sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Eu não ia postar. Não mesmo. Mas quem disse que eu me seguro?
Não vou me ater aos detalhes. Quem precisa deles?


A salada de frutas de pensamentos em minha cabeça não vão me deixar em paz. Não por hoje.