domingo, 17 de outubro de 2010

"Pode ganhar, pode perder...

 ...eu sou PAULISTA até morrer!!"

Pode não ter saído como a Paulista quis, mas eu me orgulho de qualquer forma.
E a cada ano que passa só faz aumentar esse sentimento (e espero que não seja porque o handebol perdeu pelo 2º ano consecutivo a final para a USP).
Mas o que importa não ter ganhado? Eu me diverti e é o que interessa. Estive entre as pessoas que amo demais, curti a festa, torci até perder a voz...
Treinei o ano inteiro para esse momento...mas não importa o resultado, só faz de mim mais Paulista. 
O Trá-Cá-Trá travado na garganta depois de conquistar um prata, o pedido de desculpas depois de perder um jogo, as lágrimas correndo sobre o suor...


Acho que não vou conseguir expressar o que queria aqui. 
Não vou conseguir expressar de novo tudo o que disse e o que me foi dito. E apesar das fotos e vídeos, o de maior significado está gravado dentro de mim...e as palavras da Deusa, agora Velha, ecoarão forever!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Podia escrever em todo lugar que estou de luto.
Mas quanto mais eu divulgo isso, mais a pessoas ficam curiosas...e eu só iria me irritar. Posso parecer bem social pela internet, com twitter, orkut, facebook, msn e blog, mas tudo tem um limite né. 


Ontem de noite o telefone tocou. Era minha tia. E quando parente liga tarde da noite em casa, o coração dá um salto. Na verdade ela já tinha me dado a notícia pelo msn, mas convenhamos que telefone e msn não são a mesma coisa. 

E hoje de tarde lá estava eu, em Ibiúna, no velório do tio de meu pai. Meu tio também, claro. 
Não tem como um evento desses não me por para pensar.
Quando foi a última vez que estive com a família do meu pai? Na Páscoa, se não me engano. 
E foi a última vez que meu tio derrubou meu irmão. Foi a última vez que dividimos quilos de chocolate. 
E, observando todos abatidos, frágeis, de olhos inchados e cansados de um longo dia, é que tive vontade de abraçar a todos ao mesmo tempo. Por que é preciso uma situação dessas para se perceber o quão distante tenho estado da minha família? Não que eu vá conseguir mudar isso...mas me deprimiu um pouco pensar nisso. 
Mas o que mais me deprimiu e deu até um nó no estômago foi pensar que minha família (tanto por parte de mãe como por parte de pai) está envelhecendo...e eu cheguei ao ponto da vida em que presencio as pessoas conhecidas e/ou próximas irem-se...uma a uma. Ou esse ano é que não tem sido de muita sorte. 

Anyway...não sou uma pessoa  muito dedicada à minha religião (religiões, uma vez que sou meio católica e meio budista.), mas tenho meu lado espiritual...e acredito que agora esse meu tio está com minha avó (mãe de meu pai) e minha bisavó. Todos em Paz.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Sbubbles

Random stuff.

1. Feriado.
Em casa...nada demais. Começando a estudar Farmacologia. 
Desespero batendo à porta. 

2. Feriado em casa não quer dizer falta de diversão. Porque embora a minha se limite a ficar em frente ao computador, tenho amigas que me divertem MUITO...que seja pelo twitter...

3. Músicas. 
Incrível como sempre tem uma para cada momento da vida. 
"Cause when I look to the sky...something tells me you're here with me...and you make everything alright..." 
When I look to the sky - Train
Pode não me lembrar uma pessoa específica...mas me faz pensar em todas as pessoas que me fazem sorrir e enfrentar situações em que eu quero mais é fugir.

4.Músicas II
 Ouvir Nickelback na volta pra casa, depois de um dia (cheio é última coisa que meu dia é)...depois de (mais) um dia, é relaxante e...me faz pensar menos na vida (por increça que parível). 

5. Logo, tenho que ouvir mais Nickelback.

6. Sblubbles.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

1, 2, 3...

Será que existe a sensação de que tem algo incomodando, mas não se sabe o que?
Por que ainda tem algo me incomodando...mas não sei exatamente o que é. Posso acordar no melhor dos humores e ir dormir pensativa, incomodada e deprimida. (Porque pensar demais dá m...)
Às vezes é preciso aumentar o volume da música para não ouvir meus pensamentos...


Andei refletindo...e muitas pessoas vieram e se foram na minha vida.
Umas passaram acenando ao longe, outras apertando a mão...mas poucas foram as que me abraçaram e caminharam ao meu lado. E destas poucas, algumas ainda caminham ao meu lado. Obrigada por cada passo, pois não teria conseguido sozinha. 

Ao longo dessa "caminhada" (nossa...que metáfora velha!), pessoas que me foram importantes ficaram atrás. E hoje percebi que tenho medo de me apegar às pessoas...porque, por mais que se tente, nada fica para sempre da mesma maneira (pode parecer pessimista, mas essa costuma ser a minha realidade). 
No entanto, não é por isso que eu deixo de ser menos amiga das pessoas. Ao contrário, acho que amizades assim devem ser cultivadas, pois elas crescem, dão frutos e, não necessariamente morrem. Pelo menos não na minha memória.


Aproveitando o espaço... obrigada a uma certa pessoa. Ou melhor...duas. 
Uma, por estar lá quando eu precisei de alguém para conversar...por se preocupar e estar sempre presente, não importa como: fisicamente, twitter, msn...
Outra, por me ajudar tanto, mesmo sem ser tão próxima. Acho que devo outro obrigada à pessoa acima por me aproximar dessa segunda.

domingo, 29 de agosto de 2010


1. Desculpa pelo sms mal-humorado e mal-educado.
2. Obrigada por estar lá mesmo assim. 


Essencial.

domingo, 22 de agosto de 2010

once upon a time...

Show me your world...like you did before.
Make me smile...like you did once. 

I wish I couldn't remember the sunshine at my window in the morning...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Tempos depois...

Nossa...há quanto tempo eu não escrevo?
Tinha tanta coisa em mente...na verdade ainda tenho. Mas está tudo tão vago e perdido que não vale a pena simplesmente jogar aqui.

Tinha planos de escrever um diário do estágio na UBS...mas a única coisa diária que eu consigo manter é o de sentar em frente ao computador toda noite [Péssimo hábito, eu sei..]
Semana passada a professora me chamou a atenção por não conversar muito com as pacientes durante um exame. Pequeno detalhe sobre a minha pessoa: eu faço uma coisa de cada vez. FATO. Ou eu converso, ou eu faço o exame. "Tudo bem...posso melhorar isso", pensei comigo mesma. "Posso não. TENHO que melhorar isso." Porque minha mãe já tinha me dito algo do tipo. 
No dia seguinte a professora já queria que eu fosse para a sala de exame de novo para ver se melhoro esse meu lado deficiente. Alto lá! Eu sou quieta, na minha, sim! Eu faço uma coisa de cada vez, faço mesmo! Mas não me peça pra mudar quem eu sou em 24 horas! Fugi da professora mesmo...porque sei que vou ter outras oportunidades para me desenvolver. 
Fora essa parte...o estágio está sendo uma boa experiência. 
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Era para eu escrever algo mais...

...fugiu!
Fica para a próxima.