segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cansaço.
Sei que tenho reclamado demais.
Mas é o que acontece. Sabe quando parece que não cabe mais nada na cabeça?
E que tudo acontece ao mesmo tempo? Ou que todos querem tudo para o mesmo momento?

Sentar e chorar. Posso?
Jogar para o alto?
Não. Porque um dia que eu fizer isso, acumula para o outro. E vai ser pior. Aí fica cíclico.
E a Saúde Mental, como fica?

Quantas interrogações...
e nenhum ponto final.

Cansei. Simples assim.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

#crise

3 enfermeiras e a caloura.
Claro que a caloura sou eu.

Eu devia estar estudando, mas nãão...estou a escrever. Porque não ia conseguir estudar refletindo sobre outra coisa.

Terceiro ano da graduação e eu penso: será que vou querer ser enfermeira para o resto da minha vida? Tenho 21 anos. Muito chão para caminhar ainda. Eis que as 3 enfermeiras sentadas comigo à mesa da pizzaria não pensam em ser enfermeiras para sempre.
Muito cedo para eu duvidar de mim mesma? Nem terminei a graduação para chegar a alguma conclusão.
(e eu já estava pensando nisso antes do assunto surgir à mesa)

Falo isso pelo cansaço? Talvez.
Mas gosto de aprender, de descobrir, de entender.

Eu nunca soube o que queria da vida. Exatas, Humanas ou Biológicas. Eis que acabei no meio termo. Enfermagem encaixa no meio termo dos três. Como disse...gosto de aprender, de descobrir, de entender um pouco de tudo.

Desistir? Jamais. Eu gosto do que tenho aprendido e feito. Mas por quanto tempo?

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

,,,e quando falta a inspiração?

...e quando qualquer coisa te faz perder a paciência?
...e quando nada faz sentido por alguns segundos?
E o brilho no olhar se esvai como água para algum lugar distante e a força de vontade desaparece sem deixar rastros.

Tenho meus momentos.
Meus momentos de jogar tudo para o alto e não me importar com o mundo. Dura minutos...às vezes segundos. Escolher o mais fácil é tentador.

Superar dificuldades. É o que me move. Preciso que me lembrem disso de vez em quando. Obrigada, a propósito.
A melhor parte do jogo é a virada. É provar para mim mesma a minha capacidade. Risco para frustração? Alto. Mas vale tentar. Ou nunca saberei.

É só não me perder no meio do caminho. Assusta que isso tem ocorrido com mais frequência...mas eu me encontro. Eu acho. Assim espero.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

eu na minha confusão

Não é preciso uma nota para dizer quem eu sou.
Porque eu sei quem sou. Ou quem pretendo ser.
Não é para melhorar que estudo?

Não que eu esteja triste ou insatifeita com minha nota...mas é que de repente não fez sentido quantificar e qualificar a capacidade de uma pessoa com números. 

Momento de devaneio, eu sei. Não sei nem explicar o raciocínio.

Sou estudante. Meu objetivo é aprender. Sempre. Quantificar e qualificar minhas habilidades quando acabou-se de adquirí-las não parece tão..."certo".
.
.
.
Perdi o raciocínio. Passou rápido demais. Tão rápido que não consegui me acompanhar.
#comofaz?

Nem a conclusão vou conseguir fazer. Acho que por isso posso ser um pouco confusa.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sabe...hoje ainda é segunda-feira e eu já estou cansada como se fosse sexta. #comofaz?
A ideia de andar no Parque do Ibirapuera parecia boa, até medir o cansaço e a necessidade de estudar.
Eis que dormi e não me sinto descansada. Eis que tentei estudar, mas também não foi produtivo.

Tinha algo mais interessante [ok, talvez não interessante, mas tinha algo em mente] para escrever...mas para variar, esqueci! Era algo a ver com procura da felicidade, eu acho.
Tudo a ver com o que escrevo agora...hehe.

Bagunça. Sou eu por dentro e por fora. Mas eu me encontro.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A free spirit.

É assim que me sinto.
Como nunca senti.
Como nunca vivi minha vida, estou vivendo agora.

Deixo para trás águas passadas. Estas não irão mover moinhos.

Deixo para trás o que me fazia mal. Hoje agradeço, pois fortaleceu-me. Já não sou a mesma, isso é fato.
Reencontrei pessoas. Conheci novas.

O Encontro Nacional fez bem.
Pessoalmente e enquanto estudante. Militante do movimento estudantil.
Renova as energias. Faz pensar.
Faz lembrar que do que faz sentido. E faz todo o sentido. Renova a vontade de seguir em frente, até onde estiver ao meu alcance.

Vou viver da forma como me convém. Da forma como sou. Com e sem medos. Vale tudo para ser feliz. 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Podia fazer uma postagem comum sobre as férias...sobre como são curtas ou sobre como mal aproveitá-las.
Mas até que 3 semanas já está de bom tamanho. Acostuma-se. Foi-se o tempo do mês todo [e mais um pouco] de férias. Fica para as crianças que estão empinando pipa ou andando de bicicleta na rua até esta hora. 
E não posso reclamar de falta do que fazer...há muito o que fazer e pouco para se ga$tar.

Hoje fui andar pela cidade. Precisava ir ao banco. E dar uma volta...olhar a cidade. A cidade em que vivi por...20 anos. "Vivi". Desde o ensino médio construo minha vida em São Paulo. Ok, pareceu muito tempo. 5 anos.

Andei...observei...pensei.

Sabe aquela sensação de não-pertencimento?
Olho as pessoas. Olho seus olhos. Suas roupas. Seus gestos. Seus acompanhantes.
Penso na minha realidade. Penso no  meu mundinho na faculdade, em São Paulo.

Senti como uma visitante na cidade em que cresci. Era para ser normal?
Em casa tudo bem...estou em casa. Mas sair na rua e ver a evolução (ou regressão) do lugar...

Aí penso naquela palavra mágica..."vínculo".
Excluindo minha família, qual o meu vínculo com este lugar? O que me prende a esse lugar senão minha família?

. . .

Será que isso é bom?

Já não tenho muito contato com amigos de colégio. Estudei 8...10 anos com algumas pessoas. E hoje nem sei o que estão fazendo da vida. Pessoas vem e vão, eu sei. Mas como diria alguém, se não veio atrás ou eu não fui atrás...é porque não fazia questão.
Por outro lado...se eu quiser sair sem ter que ir até São Paulo, não conheço ninguém...nem onde ir.

A ideologia, a cultura, a filosofia, a sociologia...não são compatíveis.
Não que eu esteja insatisfeita. Mas a conclusão é que simplesmente não pertenço.