segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Assim eu vivi...

...um fim de semana fora do comum. 
Porque não é normal eu não estar em casa na sexta de noite. Ou sábado o dia todo. Ou domingo de tarde. 

E eu já não ligo se moro longe de qualquer coisa. Vale a pena. 
Vale a pena viver a vida como ela deve ser vivida.
Não é um tempo perdido levar um tempinho para chegar em qualquer lugar. Principalmente se é para estar com quem faz [toda] a diferença na minha vida. Jogar conversa fora e/ou conhecer melhor as amigas nunca é perda de tempo.
Dane-se se eu ficar cansada...estar cansada e feliz vale a pena.

Perda de tempo é importar-me com fofocas que criam. Ou com o que pensam de mim.
Sendo perda de tempo, para quê me delongar?





segunda-feira, 15 de novembro de 2010

...falta de...

Eu ia escrever de uma forma um tanto poética hoje...mas já esqueci o que tinha pensado...para variar.

Falta do que fazer.
Estranho. 
Falta do que pensar.
Estranho. 

Acho que é um dos poucos feriados (se não for o único!) em que tenho literalmente nada a fazer. Ou eu me esqueci lindamente. 

Incomoda. 
A falta do que fazer nem tanto. Estava precisando de um tempinho. 
Mas incomoda a falta do que pensar. 

Na verdade é uma contradição. E é isso que eu sou.
Gosto desse estado de equilíbrio e despreocupação. Por outro lado, incomoda que eu não tenha sobre o quê refletir. O silêncio pode ser quebrado a qualquer momento, quando eu menos esperar...e vou precisar aumentar a música de fundo para abafar a minha confusão.
Embora seja uma confusão que me faça bem, no fim das contas.

É...foi uma tentativa de alguma coisa. Esperava escrever algo mais, mas acho que era só necessidade de escrever. 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sei que o ano ainda não acabou, mas já consigo fazer um balanço dele.
Porque, por algum motivo, foi um ano diferente. Quero dizer, nenhum ano é igual ao outro, mas tem algo de peculiar em 2010.
Sim, é o ano em que completei 20 anos. Já não soa tão adolescente, mas também não muito adulto. Se tem uma fase da minha vida que eu nunca consegui imaginar é a minha vida adulta. Sabe aquelas dinâmicas "imagine-se daqui a x anos"? Pois é...eu nunca consegui imaginar.
Mas também não é isso que torna 2010 diferenciado.

Eu sou, sim, uma pessoa muito introspectiva. E vivo em crise muitas vezes. Por isso disse a mim mesma que pensar demais estraga, e portanto, pensaria menos nas coisas da vida. No entanto, por mais estranho que seja, é isso que me faz feliz. Porque são as crises que me fortalecem e me propõem crescer.

Crescer.
Inevitável, dolorido e libertador.

Disseram-me que cresci muito nos últimos meses. Tive meus momentos, sim...mas também sempre tive alguém / alguéns ao meu lado.

Esse ano já não estou no mesmo grupo de pessoas que o ano passado.
Esse ano me afastei um pouco de pessoas do passado.
Esse ano exigiu que eu fosse um pouco mais independente e um pouco mais madura em algumas situações.
Esse ano me aproximei de pessoas que nunca imaginei que me ajudariam tanto (e eu nunca terei palavras o suficiente para agradecer!)

Fato que eu sinto que já não sou a mesma que 11 meses atrás. Tudo bem, são 11 meses. No one is suposed to be the same. Mas é que às vezes acabava ano, começava outro, e as coisas pareciam estar da mesma forma.

Nada está como antes. E nunca voltará a ser.
Gosto quando os outros percebem antes de mim algo sobre mim mesma. 

Enfim...
reflexões que divagam pela minha mente quando não se tem mais nada a pensar...

domingo, 17 de outubro de 2010

"Pode ganhar, pode perder...

 ...eu sou PAULISTA até morrer!!"

Pode não ter saído como a Paulista quis, mas eu me orgulho de qualquer forma.
E a cada ano que passa só faz aumentar esse sentimento (e espero que não seja porque o handebol perdeu pelo 2º ano consecutivo a final para a USP).
Mas o que importa não ter ganhado? Eu me diverti e é o que interessa. Estive entre as pessoas que amo demais, curti a festa, torci até perder a voz...
Treinei o ano inteiro para esse momento...mas não importa o resultado, só faz de mim mais Paulista. 
O Trá-Cá-Trá travado na garganta depois de conquistar um prata, o pedido de desculpas depois de perder um jogo, as lágrimas correndo sobre o suor...


Acho que não vou conseguir expressar o que queria aqui. 
Não vou conseguir expressar de novo tudo o que disse e o que me foi dito. E apesar das fotos e vídeos, o de maior significado está gravado dentro de mim...e as palavras da Deusa, agora Velha, ecoarão forever!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Podia escrever em todo lugar que estou de luto.
Mas quanto mais eu divulgo isso, mais a pessoas ficam curiosas...e eu só iria me irritar. Posso parecer bem social pela internet, com twitter, orkut, facebook, msn e blog, mas tudo tem um limite né. 


Ontem de noite o telefone tocou. Era minha tia. E quando parente liga tarde da noite em casa, o coração dá um salto. Na verdade ela já tinha me dado a notícia pelo msn, mas convenhamos que telefone e msn não são a mesma coisa. 

E hoje de tarde lá estava eu, em Ibiúna, no velório do tio de meu pai. Meu tio também, claro. 
Não tem como um evento desses não me por para pensar.
Quando foi a última vez que estive com a família do meu pai? Na Páscoa, se não me engano. 
E foi a última vez que meu tio derrubou meu irmão. Foi a última vez que dividimos quilos de chocolate. 
E, observando todos abatidos, frágeis, de olhos inchados e cansados de um longo dia, é que tive vontade de abraçar a todos ao mesmo tempo. Por que é preciso uma situação dessas para se perceber o quão distante tenho estado da minha família? Não que eu vá conseguir mudar isso...mas me deprimiu um pouco pensar nisso. 
Mas o que mais me deprimiu e deu até um nó no estômago foi pensar que minha família (tanto por parte de mãe como por parte de pai) está envelhecendo...e eu cheguei ao ponto da vida em que presencio as pessoas conhecidas e/ou próximas irem-se...uma a uma. Ou esse ano é que não tem sido de muita sorte. 

Anyway...não sou uma pessoa  muito dedicada à minha religião (religiões, uma vez que sou meio católica e meio budista.), mas tenho meu lado espiritual...e acredito que agora esse meu tio está com minha avó (mãe de meu pai) e minha bisavó. Todos em Paz.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Sbubbles

Random stuff.

1. Feriado.
Em casa...nada demais. Começando a estudar Farmacologia. 
Desespero batendo à porta. 

2. Feriado em casa não quer dizer falta de diversão. Porque embora a minha se limite a ficar em frente ao computador, tenho amigas que me divertem MUITO...que seja pelo twitter...

3. Músicas. 
Incrível como sempre tem uma para cada momento da vida. 
"Cause when I look to the sky...something tells me you're here with me...and you make everything alright..." 
When I look to the sky - Train
Pode não me lembrar uma pessoa específica...mas me faz pensar em todas as pessoas que me fazem sorrir e enfrentar situações em que eu quero mais é fugir.

4.Músicas II
 Ouvir Nickelback na volta pra casa, depois de um dia (cheio é última coisa que meu dia é)...depois de (mais) um dia, é relaxante e...me faz pensar menos na vida (por increça que parível). 

5. Logo, tenho que ouvir mais Nickelback.

6. Sblubbles.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

1, 2, 3...

Será que existe a sensação de que tem algo incomodando, mas não se sabe o que?
Por que ainda tem algo me incomodando...mas não sei exatamente o que é. Posso acordar no melhor dos humores e ir dormir pensativa, incomodada e deprimida. (Porque pensar demais dá m...)
Às vezes é preciso aumentar o volume da música para não ouvir meus pensamentos...


Andei refletindo...e muitas pessoas vieram e se foram na minha vida.
Umas passaram acenando ao longe, outras apertando a mão...mas poucas foram as que me abraçaram e caminharam ao meu lado. E destas poucas, algumas ainda caminham ao meu lado. Obrigada por cada passo, pois não teria conseguido sozinha. 

Ao longo dessa "caminhada" (nossa...que metáfora velha!), pessoas que me foram importantes ficaram atrás. E hoje percebi que tenho medo de me apegar às pessoas...porque, por mais que se tente, nada fica para sempre da mesma maneira (pode parecer pessimista, mas essa costuma ser a minha realidade). 
No entanto, não é por isso que eu deixo de ser menos amiga das pessoas. Ao contrário, acho que amizades assim devem ser cultivadas, pois elas crescem, dão frutos e, não necessariamente morrem. Pelo menos não na minha memória.


Aproveitando o espaço... obrigada a uma certa pessoa. Ou melhor...duas. 
Uma, por estar lá quando eu precisei de alguém para conversar...por se preocupar e estar sempre presente, não importa como: fisicamente, twitter, msn...
Outra, por me ajudar tanto, mesmo sem ser tão próxima. Acho que devo outro obrigada à pessoa acima por me aproximar dessa segunda.